11 de mar. de 2010

UM ESTUPRO NÃO INFORMADO

Boa Noite!


Nesta semana em que todos os meios de comunicação resolvem colocar a mulher como pauta principal, numa manobra que até tenta nos fazer esquecer de como eles a tratam o resto do ano como um mero objeto, resolvi compartilhar com vocês algumas informações que recebi do médico ginecologista e obstetra Dermeval Fernandes e que não me recordo de tê-las ouvido em qualquer outro canal:

1. A FECUNDAÇÃO ARTIFICIAL HETERÓLOGA ou IN VITRO: possui riscos diversos, tanto no aspecto clínico quanto psicológico. Como se trata de uma implantação externa de espermatozóide na mulher, sem decorrência de ato conjugal, ela envolve uma série de requisitos pouco conhecidos.

A Mulher ovula um único óvulo mensal que efetua todo o seu ciclo e, se fecundado, vai se localizar no útero e daí por diante desenvolver-se nas etapas bastante conhecidas. Acontece que na fertilização heteróloga, para que financeiramente ela seja viável às empresas e assegure um “sucesso” maior, a mulher é inicialmente bombardeada com hormônios para produzir mais de um óvulo e aumentar, assim, as chances de fecundação. Isto pode causar diversas reações e efeitos colaterais, uma vez que altera a produção natural. Esta proliferação de óvulos e espermatozóides irá propiciar a formação de diversos embriões na mulher, sem que isto lhe seja comunicado.

2. A VIDA HUMANA começa na FUSÃO dos núcleos dos gametas (CARIOGAMIA), sendo este o preciso momento em que surge um novo SER. O novo sistema formado começa a trabalhar como uma nova vida.

Quando os embriões são formados em número superior a dois, para se evitar as supresas não prometidas às gestantes, os técnicos injetam, também sem a informação à mãe, em cada um deles uma dosagem de Cianeto de Potássio que lhes ocasionam uma parada cardíaca e depois de sua morte a expulsão (aborto espontâneo). Estima-se que para cada um embrião fecundado SEIS OUTROS SÃO ASSASSINADOS.
A injeção letal por Cianeto de Potássio é uma das heranças deixadas para nós pelos famigerados cientistas nazistas e foi usada para assassinar os judeus e doentes mentais (dentro outros recursos criados pelos seguidores de Hitler).

3. Também é investigado se quaisquer destes embriões possuem doenças genéticas para serem exterminados, numa verdadeira e cruel EUGENIA, que reproduz integralmente os conceitos e métodos desenvolvidos pelos pesquisadores alemães do Terceiro Reich. A isto atribuiu-se o nome eufemistico de DIAGNÓSTICO GENÉTICO.

4. Outra mentira, de criação inglesa, foi o “pré-embrião”. Em verdade o governo inglês quer usar embriões humanos em experiências e, para isso, inventou este “quase ser humano” rechaçado até mesmo pelos conselhos de medicina que defendem o aborto.

Em Resumo: a Fertilização IN VITRO é um estupro não informado às mulheres, que gera toda uma sequência de atos abortivos e cruéis, praticados contra a vida humana mais frágil e desamparada: aquela cujo choro não é ouvido, mas é percebido involuntariamente por sua mãe. Mais de 90% das mulheres que praticam aborto, inclusive espontâneo, apresentam sequelas psicológicas pelo resto de suas vidas.

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