Bom Dia!
Ir buscar, no fundo de nossas almas, a reserve que parece ser a final de nossa esperança, vencendo nossos medos, que nos paralisam, nossas tristezas, que nos desmotivam, parece ser o eterno ciclo de todos aqueles que lideram pessoas, e pautam suas vidas na honestidade e integridade.
Chego a pensar que o poder que domina o mundo não gosta de transparência e tampouco do respeito à verdade que deveria pautar suas vidas públicas. Também as forças políticas que pululam todos os sistemas da sociedade humana, quer estejamos falando de grupos partidárias, quer falemos das organizações públicas ou privadas, definitivamente a honestidade parece estar fora de moda.
Há muitos anos, o divino Jesus já nos deu a maior das lições acerca da fidelidade aos nossos princípios e da intransigente defesa da verdade e da honestidade. Procurado pelos seus discípulos Ele foi taxativo: “Seja o teu sim, sim; e o teu não, não”. Não pode haver relativização para com a Ética. Nem mesmo este terrível positivismo jurídico e social que assola nossos tempos de forma tão desavergonhada. São tentativas que aceitemos comportamentos ridículos, bem retratados pelo vídeo do dinheiro nas meias, apenas sob a lógica de que “alguém rouba mais”.
Não existe o pequeno e o grande ladrão. Existem ladrões que roubaram pouco ou muito, mas todos, sem exceção, são responsáveis pelas centenas de milhares de reais que somem dos programas de saúde, de alimentação, e outros destinados a suprir as carências básicas dos seres humanos. Uns roubam nossos patrimônios, e querem andar livremente por aí. Outros tentam roubar nossas consciências, para que deixemos de lado nossos ‘arcaicos’ conceitos acerca de honestidade e transparência.
Outros querem roubar nossa motivação, fustigando nosso profissionalismo com suas medíocres visões de clientelismo e assistencialismo que além de não resolver os problemas estruturais de nossas organizações e da própria sociedade, servem-lhes de instrumentos de manipulação e subjugação da integridade e necessidade humanas.
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