Bom Dia!
Pesquisadores ligados à Universidade de São Paulo (USP) divulgaram na sexta-feira (dia 28), novos avanços obtidos em trabalhos com células-tronco maduras, extraídas da medula óssea. Os resultados bastantes promissores estão associados ao tratamento terapêutico de tumores pulmonares, com as células sendo injetadas através da traquéia dos pacientes.
As expectativas promissoras são apenas de forma superficial abordadas pela imprensa nacional. Por que?
Bem, vejamos novamente a origem das células: a medula humana. Esta última rapidamente se recompõe e volta a produzir tais células que, bem usadas, servirão de intervenção terapêutica aos que mais precisam. Isto tudo acontece sem que sejam assassinados fetos humanos, em nome do avanço da ciência.
Já afirmamos aqui, replicando estudos de cientistas SÉRIOS, que não há razão para tal infanticídio sob quaisquer aspectos.
A pesquisa com células-tronco maduras, quer retiradas do próprio organismo humano, quer retiradas de cordões umbilicais, é um caminho científico em prol da humanidade. O descarte assassino de fetos humanos como justificativa para se extraírem células-tronco é mais um genocídio produzido, supostamente, em nome de uma ciência que deveria preservar a vida humana.
Aliás, por que não aparecem êxitos desta pesquisa cruel e desumana que tanto cresceu no mundo nestes últimos três anos? Será que são desproporcionais aos assassinatos que cometem seus defensores? A vida continua a vencer, mas nós precisamos fazer a nossa parte.
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