7 de set. de 2010

FALSOS LÍDERES

Bom Dia!

É possível conhecer se alguém que detém poder é também um líder pela sua postura, o trato que dispensa aos seus subordinados, seus hábitos e forma de comportamento? Penso que sim. Veja como se comportam os líderes de verdade. Sejam eles pacatos, sejam eles agitados, possuem coerência entre seus discursos e seus atos. Seus exemplos despertam nos comandados uma visualização do ser profissional, independentemente se ser um líder carismático ou não.
A liderança suscita o compromisso dos mais sérios, que a perceberem a possibilidade de crescerem e aprenderem com o líder aceitam suas fraquezas como pfova concreta de que são homens, falhos, limitados, porém verdadeiros e simples.
Mas existem espantalhos travestidos de líderes pelos cargos que ocupam. Melhor dizendo, pelos cargos aos quais foram içados: pelo oportunismo, pela bajulação, pelo oportunismo exercido a qualquer custo, mesmo que seja o atropelamento da ética.
Demonstram uma falsa simplicidade, enquanto destilam arrogância dos que não acreditam em seu potencial, ou mesmo sabem simplesmente que ele não existe. Tentam ser simpáticos, apenas para rapidamente mostrarem sua face cria e descomprometida com suas equipes.
São sorrisos sem rostos. Almas de onde não emanam nenhuma luz, nenhuma paz. Antes, parecem deixar ao largo do caminho que atravessam, pessoas destruídas, equipes desmotivadas, carreiras desmoronadas.
É preciso que entendamos que falsos líderes não são referências. Nunca o serão. São marcas, sempre doloridas, que atravessam o caminhos das pessoas de bem, talvez para reforçar-lhes o caráter, avivar-lhes a fé, ensinar-lhes o valor da resiliência.

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